85% da população online do Brasil assistiu a vídeos na Web em julho deste ano

Vídeos OnlineUm estudo da consultoria comScore indicou que 85% da população online no Brasil assistiu  a vídeos na Web em julho deste ano. Isso representa 35,6 milhões de internautas, ou 6 em cada 7 brasileiros, que visualizaram uma média de 93 vídeos no mês em questão.

Segundo a pesquisa, os brasileiros assistiram a 3,3 bilhões de vídeos online no período, sendo que o interesse pela Copa do Mundo impulsionou esse número.  Se combinarmos os meses de junho e julho, a quantidade de visualizações salta para 6,7 bilhões.

“A visualização de vídeos online tornou-se claramente uma parte essencial da experiência do consumidor digital no Brasil, tanto em casa quanto no local de trabalho”, disse Alex Banks, diretor da comScore para o Brasil e vice-presidente da América Latina.  “Os brasileiros são usuários muito envolvidos na internet e procuram ativamente o entretenimento online. Por isso, os números da pesquisa não causam nenhuma surpresa. E com a penetração da banda larga aumentando, o internauta tende a assistir vídeos online cada vez mais, abrindo novos – e valiosos -  canais de marketing para os anunciantes”.

Google lidera visualizações de vídeo

O documento da comScore indicou ainda  que os sites do Google lideraram o número de visualizações de vídeos, impulsionados em grande parte pelo YouTube, que atraiu a maior audiência, com 28,3 milhões de espectadores assistindo uma média de 74,7 vídeos.

O Globo.com ficou em segundo lugar, com 8,5 milhões de espectadores –  9,2 vídeos por internauta – seguido pelo UOL, com cinco milhões de visitantes únicos (5,8 vídeos por pessoa).

Por Redação do IDG Now!

acordo com a comScore, os brasileiros visualizaram um total de 3,3 bilhões de vídeos online. Copa do Mundo impulsionou esse número.


As mídias sociais e a saúde da marca

Uma pesquisa recente da consultoria Deloitte traçou um panorama interessante sobre o uso de mídias sociais pelas empresas. O estudo, que analisou grandes empresas dos mais variados setores, descobriu que 70% das empresas consultadas usam, ou ao menos monitoram, uma ou mais ferramentas de mídia social. A mesma pesquisa descobriu que os principais objetivos das empresas nestas ferramentas são o de aumentar a percepção da marca, gerar marketing boca-a-boca e criar vantagem competitiva.

Mídias SociaisEm outras palavras, embora a maioria das empresas possua ao menos uma noção da importância e das possibilidades das mídias sociais, estas ainda são tratadas como simples veículos de mídia, e não pelo que elas realmente são: uma ferramenta de relacionamento, um canal de diálogo. A mesma pesquisa comprova esta tendência: ações de marketing representam mais de 80% das iniciativas em mídia social, e o departamento de marketing é o responsável pela gestão destas ferramentas em mais de 70% das empresas. Fica então a pergunta – a mídia social é apenas mais uma vitrine, ou ela traz implicações mais profundas?

É claro que mostrar seu produto ou serviço na web é um excelente negócio, mas este é um uso muito limitado para o mundo novo que as redes sociais construíram. Se anteriormente as empresas contavam apenas com ferramentas unidirecionais de comunicação, como a TV ou o jornal, o que temos hoje é um cenário onde ouvir pode ser tão ou mais importante quanto falar. Diferente da mídia tradicional, onde recolher o “feedback” é um processo lento e impreciso, no novo mundo digital o retorno que seu consumidor oferece é imediato e espontâneo – e que diz muito sobre a sua empresa, seus produtos e sua forma de construir sua marca. O tipo de retorno que dinheiro nenhum no mundo compra.

Se voltarmos alguns poucos anos no tempo, as empresas contavam com pouquíssimas ferramentas para avaliar a recepção de sua marca ou de seu produto perante o público. Se antes era necessário encomendar caríssimas pesquisas qualitativas para que você pudesse fazer um “Raio-X” da sua marca, hoje as redes sociais funcionam de maneira muito mais efetiva e imediata – como uma “ressonância magnética” corporativa, permitindo a análise detalhada e em tempo real da percepção que o público tem de sua empresa. Mais do que isso, ela disponibiliza ferramentas simples para que sua empresa atue de forma proativa na gestão do relacionamento com o cliente.

É este mundo que as empresas agora precisam aprender a dominar: um mundo onde cada pessoa influencia e é influenciada de incontáveis maneiras, e o usuário comum ganha tanta voz quanto as maiores empresas. O que aparentemente soa como nocivo ao mundo corporativo é na verdade um grande avanço no relacionamento entre as empresas e seus consumidores. Um avanço que, se pensado de forma correta pode ajudar a fortalecer a imagem e a reputação das corporações.

Com sua riqueza de informações, sua liberdade de expressão, seu alcance global e o uso ubíquo de ferramentas de comunicação, o bom monitoramento das mídias sociais é capaz de detectar um pequeno ruído antes que ele se transforme em uma grande dor de cabeça. E como na medicina, é melhor prevenir do que remediar.

Autor: Marcelo Leal Fernandes – gerente de marketing corporativo da Intel Brasil


Pequenos negócios na web

E-commerceO comércio eletrônico, também conhecido como comércio virtual, digital ou e-commerce, deverá fechar 2010 com faturamento superior em 40% em relação a 2009, quando o setor ganhou cerca de R$ 10 bilhões. A previsão é da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, que credita cerca de 20% do total faturado – R$ 2 bilhões – às vendas virtuais realizadas por micro, pequenas e médias empresas no ano passado. “Esperamos que todo o bolo cresca 40% e os 20% relativos aos negócios virtuais das micro, pequenas e médias empresas também deverão crescer 40%”, afirma Gerson Rolim, diretor executivo da Camara-e.net.

Fonte: Revista Mercado Brasil, agosto/2010


Facebook lanza servicio de geolocalización “Facebook Places”

Este servicio le permite al usuario compartir su localización, saber donde están sus amigos y saber lo que esta pasando a la redonda.

Ya esta disponible para iphone y por el momento solo en Estados Unido. Puedes ver el video completo de los servicios en facebook, les dejo el link


Por qué seguimos a las marcas en Facebook?

Facebook

Un estudio de la firma e-Marketer ha revelado algunas de las motivaciones de los usuarios de Facebook para seguir a una marca en la red social. De acuerdo con la infografía que han publicado, el 25% de los fanáticos de determinado producto o servicio siguen a la marca en Facebook con tal de recibir promociones o descuentos. En segundo lugar (18%) se encuentra la fidelidad del individuo, que integra la marca a su perfil sólo para mostrarle a los demás que la apoya.

Otras de las motivaciones es que seguir a una marca es “divertido y entretenido” (10%), en tanto que un escaño más abajo (8%) se encuentra el recibir información nueva de manera inmediata. Otro de los datos curiosos es que, entre los usuarios de Facebook de Estados Unidos, la mayoría (55%) no es fanática de ninguna marca, en tanto que el 18% sigue sólo a una o dos. ¿Qué está fallando en el modelo?

Uno de los grandes errores que señala el reporte es que las marcas aún no comprenden cómo manejar la herramienta. La equivocación principal es crear un perfil personal en lugar de una página para la empresa. La primera limitante es el número de contactos que se pueden tener, ya que los perfiles personales no soportan más de 5.000 amigos.

Conforme al estudio, las marcas deben comprender que las redes deben dar algún valor añadido a su cliente. El más obvio (y el más popular) son las promociones especiales. A propósito, Foursquare ha sabido capitalizar bien la ventaja de los descuentos a través de un convenio con Starbucks, y gracias a la fidelidad de los usuarios ha empezado una campaña que ofrecerá descuentos a los “mayors” (alcaldes) de sus locales.

Starbucks toma ventaja al resto de empresas en este sentido y crea un descuento especial para todos los que usan esta red social y son los alcaldes de cada local (para lo cual, en principio, hay que ir mucho ahí, al hacer esto se convierte en un beneficio para el negocio ya que el alcalde y sus competidores habra gastado mucho en café para adquirir este título). Así que ¿Qué mejor razón para seguir a una empresa a través de Facebook —u otra red social— que un trato preferencial? Es hora de comprender que el modelo es dinámico, y entre más ofrezcas, más se te dará.

Via webpronews.com


Youtube e os direitos de autor (Copyright)


Youtube y los derechos de autor (Copyright)

Realizando un desarrollo donde involucramos el API de YouTube el cliente pregunto que como YouTube manejaba los derechos de autor ya que en algún momento había subido un video y en el acto se lo marco que ese video poseía derechos de autor. Técnicamente no sabia me supuse que podía ser por tags, descripción pero como me quede con la duda me puse a investigar y encontré en el sitio de adseok Cómo trata YouTube el Copyright de los vídeos” este artículo muy claro de cómo funciona:
YouTube se preocupa mucho por respetar los derechos de los autores del contenido de un vídeo, por respetar el Copyright. Pero si tenemos en cuenta que cada minuto se suben 20 horas de vídeos, ¿cómo trata YouTube estos vídeos, cómo sabe si el contenido subido tiene Copyright?

En el siguiente vídeo, Margaret Gould Stewart, cabeza del equipo de experiencia de uso de Youtube, comenta en TED cómo funciona el Copyright en el sistema:

Por ejemplo, si subimos un vídeo musical, el sistema de identificación de contenido de YouTube detectará automáticamente si ese contenido tiene Copyright o no, avisando y dándole opciones a la compañía discográfica de qué hacer con el vídeo, si borrarlo o no. ¿Pero cómo funciona este sistema?

1. Primero, el autor del vídeo o del contenido con Copyright introduce las características del vídeo en la base de datos de YouTube, junto con las políticas de uso que dicen qué hacer con el contenido si es copiado.
2. Al subirse un vídeo, se compara automáticamente con todos los archivos de referencia de su base de datos. El mapa de calor de la fotografía muestra el archivo de referencia comparado con el archivo subido por el usuario:

3. El sistema comprueba cada momento del vídeo para ver si coinciden. Es capaz de detectar una copia aunque se ralentice o se distorsione el sonido.
4. Cuando se detecta una copia, se aplica automáticamente las políticas de uso del vídeo original.

Esto se hace cada vez que se sube un vídeo, y la rapidez con que se hace es asombrosa. Se suben 100 años de vídeos a YouTube cada día.

Pero creo que lo interesante del vídeo no es el tema del Copyright, sino la capacidad asombrosa de sus sistemas y algoritmos para hacer todo esto de forma casi instantánea. ¿Estamos más cerca de la inteligencia artificial? Si es así, ¿sería el Copyright así un aporte a la humanidad?

Leer más: adseok


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